30 out
por Francisco Antônio de Andrade Filho
Nesta página do Recado da Pesquisa, você, feliz, encontra alguns instantes de se viver bem. Bem-Vindo à Meditação. Pense nisso.

Um convite à sincronia com o outro. É possível?
O universo é um milagre maior do que somos capazes de imaginar. É tão maravilhosamente planejado que a qualquer momento todos recebemos as lições de que necessitamos dos outros participantes de nossa vida (Andrew Matthews).
Contradições da vida. Poderes científicos e espirituais, com ou sem ética? São possíveis?
Os meios pelos quais vivemos se distanciaram dos fins para os quais vivemos. Nosso poder científico ultrapassa nosso poder espiritual. Encaminhamos mísseis e descaminhamos homens (Martin Luther King).
Diferenças entre Religião e Espiritualidade
A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.
A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro".
A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.
A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.
A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.
A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.
A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência.
A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.
A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.
A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.
A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.
A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.
(autor desconhecido)
30 abr
por Francisco Antônio de Andrade Filho

Em busca de saúde ocular, vou ao Centro Médico Prof. José Augusto Barreto – Av. Gonçalo Prado Rollemberg, 211 – Bairro São José – Aracaju/SE. Marco uma consulta com uma profissional de prevenção de doenças oculares e reabilitação visual. Aqui, vejo a luz se acender e brilhar fora e dentro de mim. Enxergo com o corpo e com a alma. Atento, percebo borboletas a se metamorfosearem no Consultório da oftalmologista Ana Cecília. Na sala de espera 709 e no seu Consultório, olho outros objetos, recheados de significados clínicos. Revelam uma forte espiritualidade, alinhada à “medicina de relação”. Demonstram a dimensão holística no cuidado com a saúde de seus pacientes. E sinto-me bem neste recinto, onde escuto músicas clássicas e assisto as borboletas bailando com a orquestra da transformação.
Assim, nessa casa de saúde ocular, ondas sonoras ecoam com instrumentos musicais de Johnn Sebastian Bach – “Eu te pertenço, senhor”. De repetente, observo as Borboletas daquela profissional a brincarem com as coisas da vida. São artistas desta clínica médica. Num jogo de luzes multicores, elas bailam por todos os recantos da sala. Bem mais alegres, escutam o som de outras músicas do mesmo gênero. No movimento dos braços de suas asas, tocam e dançam nas cordas musicais de Carl Orff, Jules Fréderic Massanet e Wolfgang Amadeus Mozart. E com essas bailarinas, descubro os segredos da admirável síntese do divino e da harmonia que reina nesse show musical. Hinos que sobem da humanidade até Deus. Transformam a cegueira em luz visível e de espírito. Atrai saúde para o corpo e a alma.
As borboletas, felizes no seu baile de metamorfose, sobrevoam os diversos objetos postados na sala de espera. Percebem um ambiente de espiritualidade oriental. E lembram a essência de toda vida espiritual que, segundo Dalai-Lama, é [...] a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros. Se a sua motivação é pura e sincera, todo resto vem por si. Você pode desenvolver essa atitude correta para com seus semelhantes baseando-se na bondade, no amor, no respeito, sobretudo na clara percepção da singularidade de cada ser humano [...].
Curioso, observo mais borboletas. Desta vez, com suas asas, batem palmas com toques de amizade para com as águas de uma fonte, bem iluminada e localizada ao lado da porta do Consultório de Ana Cecília. Sábias, por natureza, elas se entre – olham e perguntam para o universo inteiro: “O Sol e a Terra são fontes de Vida”? E uma delas cochicha ao meu ouvido: “a luz emanada do Sol é simplesmente vida, nos dá energia e força para viver. O Sol ilumina nossa vida emanada de Deus”.
A postura dessas borboletas lembra a beleza das Praias do Litoral brasileiro. Enquanto caminhava nas areias e tomava banho de mar, a oftalmologista me chamou de “Peregrino da Praia de Atalaia”, onde me sinto bem, inserido na Natureza. Trabalho pela sua preservação. Ninguém pode atribuir algum mal a ela, quando na realidade é feito pelo próprio homem. Oferece uma carga nova capaz de renovar desde a menor célula até nosso corpo inteiro. Aqui, com as mesmas borboletas, aquele bater palmas ecoa em suas vidas como ondas sonoras do mar a tocarem nas cordas musicais das areias da praia. Cantamos e dançamos. Águas salgadas a comporem músicas de primeira qualidade. Juntos, praticamos hidroginástica. Cuidamos de nossa saúde.
Nesse clima de felicidade, as borboletas entoam hinos de louvor com palmas de amizade para os pacientes. Revelação do segredo de nascer e viver. Celebração da beleza e da alegria. Cada um de nós sente na pele que “água é vida”. A Natureza sopra ar para seus pulmões, oxigena seu cérebro, massageia sua coluna e navega por todo seu corpo-mente. Inspira e expira. E o sopro divino, diurnamente, entra e sai do seu corpo É a sabedoria divina do oxigênio na Terra. Respira. Vive. E Deus é vida.
Eis que surge uma borboleta muito especial. Ela nos abre a porta do seu Consultório. Borboletas, meditando em silencio, liam bilhetes clínicos com mensagens psicossomáticas. Enquanto isso, Drª Ana Cecília me examinava os olhos. Excelentes biotecnologias à disposição de seus clientes. Ela se veste da ética do biopoder com a saúde do ser humano.
A Borboleta Hortência, filósofa, lembra a dimensão holística de espiritualidade em Platão: “Da mesma forma que não pode curar os olhos sem a cabeça, ou a cabeça sem o corpo, também não se deve tentar curar o corpo sem a alma. Pois a parte nunca pode ficar boa se o todo não estiver bem”.
A Borboleta Orquídea, iluminista francesa, escolheu uma carta: Letre sur les Aveugles à l’Usage de Ceux qui Voient, escrita por Denis Diderot, em 1749 . Nela, o pensador iluminista retrata Saunderson, cego de nascimento, interrogado pelos políticos do seu tempo: - E o que são, em vosso parecer, os olhos? E o cego responde: - São um órgão sobre o qual o ar produz o efeito de minha bengala sobre minha mão […] Isso é tão certo que, quando coloco minha mão entre vossos olhos e um objeto, minha mão vos está presente, porém o objeto vos está ausente. A mesma coisa me acontece, quando procuro uma coisa com minha bengala e encontro uma outra.
Por sua vez, Borboleta Jasmim, doutora em Teologia, indica a leitura e a meditação com a mensagem espiritual do Evangelho de Jesus (Lucas, 18:35-43), curando o mendigo de Jericó.
Aquele filósofo grego, com o olhar da razão, via a totalidade das realidades do cosmos como aquele cego que, pelo ouvido, percebeu “o barulho da multidão que passava” ou pelo tato quando “Jesus parou e mandou que o trouxesse”.
O homem-Deus chamado Jesus, cheio de compaixão e ternura, confiança, doação, enternecimento, conquista a experiência espiritual de sentir-se Filho de Deus, de afeto e de extrema intimidade para com a saúde integral daquele mendigo cego que nesse momento viu seu médico, observou a multidão e as belezas da Natureza. Sua alma não dói mais. Agora, ouvia e via. Sentiu-se feliz e vivo. E enxerga tudo. Que emoções transformadoras de vida. O cego descobriu seu próprio corpo e encontrou o caminho espiritual.
Enquanto isso, a última Borboleta Margarida pensa e curte a mensagem de Rubem Alves: “Afirmar que a vida tem sentido é propor a fantástica hipótese de que o universo vibra com nossos sentimentos, sofre a dor dos torturados, chora a lágrima dos abandonados, sorri com as crianças que brincam. Tudo está ligado. Convicção de que, por detrás das coisas visíveis, há um rosto invisível que sorri, presença amiga, braços que abraçam, como na famosa tela de Salvador Dali. E é essa crença que explica os sacrifícios que se oferecem nos altares e as preces que se balbuciam na solidão”.
Nesse espaço agradável, descobri a dimensão holística da espiritualidade profissional vivida pela Drª Ana Cecília. Exprime a ética do cuidado para com a saúde integral do homem. É artista clínica, capaz de ver nos seres da natureza e das culturas, do corpo e da alma como as maiores riquezas da saúde do espírito do homem. É sua espiritualidade, sua transformação interior.
E mais. Filósofo, testemunho que o olhar dessa profissional – enquanto examinava os meus olhos de 72 anos -, se envolvia com questões existenciais: a dor e o sofrimento humanos não apenas dor física, mas a mental, social e espiritual. O ser humano como um todo, um nó de relações. É corpo. É alma. É profissional. Ama e sofre. É a mulher-Médica. Oftalmologista, ela diagnostica bem com as biotecnologias disponíveis em seu Consultório.
Fiquei curado por Ana Cecília e suas borboletas. Seres inteligentes esses, capazes de transformar a doença em saúde. E Enxergo bem melhor a escrita de Hipócrates: “Penso que o melhor médico, é aquele que tem a sabedoria de falar com os pacientes, segundo o seu conhecimento, da situação do momento; do que aconteceu antes e do que acontecerá no futuro”.
Para não concluir, provoco um debate com os visitantes de meu site, nestes termos: É necessário um novo modelo de empresa terapêutica, uma “medicina de relação”, antes da medicina de órgãos, que recupere a totalidade do ser humano e considere o paciente como pessoa na unidade de todas as suas dimensões. É nesta “aliança terapêutica” entre profissionais de saúde e pacientes, que pode animar uma nova cultura da saúde que evite a “coisificação” dos enfermos e a perda da humanidade na arte clínica.
19 dez
por Francisco Antônio de Andrade Filho

Celebrar o aniversário de Jesus é descobrir o tesouro de uma espiritualidade sem religiões organizadas que nos engaiolam em prisões infernais de segurança máxima.
É Natal de 2010. Aniversário do Deus Menino. O Recado da Pesquisa lembra “Jesus nascido em Belém da Judéia” (Mateus, 2, 1), filho de “Maria e de seu esposo José” (Mateus, 18, 19). Neste instante, sigo a postura não mais de “uns magos do Oriente”, mas de “outros líderes do Ocidente”, que anunciam Deus sem religião. É possível? Olho para os céus e vejo novas estrelas que brilham com mensagens de espiritualidades de Frank Dick, Brian Tracy, Aloizio Gomes Barbosa, Alberto Caieiro, Ecléa Bosi, Gasparetto e Bob Proctor. Eles oferecem dicas de meditação para celebrarmos a boa nova de um broto divino, cidadão daquela cidade do Oriente. O Menino Deus nos liberta das cadeias eclesiásticas construídas nos mercados religiosos. Recomendo escolher um dia para olhar bem cada estrela que brilhar durante as os dias natalinos (Francisco Antônio de Andrade Filho).
Você é sua própria benignidade, confiança, respeito e alegria de viver. Descubra o poder de sentir-se bem com suas conquistas.
Ninguém neste mundo é melhor sendo você do que você mesmo. Não tente ser outra pessoa; tente apenas ser uma versão melhor de si mesmo. Este é o segredo de todo campeão (Frank Dick).
Pratique a lei da integridade
Você alcança a felicidade e o alto desempenho quando decide viver de maneira coerente com seus valores mais elevados e suas convicções mais profundas. Viva sempre de acordo com o que há de melhor em você (Brian Tracy)
Deus Menino é a expressão da arte de viver como criança igual a todas as outras
No céu era tudo falso, tudo em desacordo. No céu tinha que estar sempre sério. [...] A mim ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar a para as coisas. Aponta-me todas as coisas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas quando a gente tem na mão. E olha devagar para elas (Alberto Caeiro).
O olhar de uma criança que brinca fora da jaula do estereótipo
A criança sofre, o adolescente sofre. De onde nos vêm, então, a saudade e a ternura pelos anos juvenis? Talvez, porque nossa fraqueza fosse uma força latente e em nós houvesse o germe de uma plenitude a se realizar. Não havia ainda o constrangimento dos limites, nosso diálogo com os seres em aberto, infinito. A percepção era uma aventura; como um animal descuidado, brincávamos fora da jaula do estereótipo (Cléa Bosi).
O que é a vida para você? Descubra seu segredo. Relaxe e medite nisso.
Esta é a sua vida, e está esperando que você a descubra! Até agora você talvez tenha pensado que a vida é dura, uma luta, e, portanto, pela lei da atração, deve ter sentido a vida como dura e uma luta. Comece imediatamente a gritar para o Universo: “A vida é tão fácil! A vida é tão boa! Todas as coisas boas vêm até mim!” (Bob Proctor).
Natal é paz interior, revelação da própria vida.
Ter a paz é sentir a expressão da própria vida, que é tão valiosa. Vibre mais uma vez nessa paz e irradie esse prazer para tudo. A paz é a luz que invade a escuridão e anula as ilusões. A paz cria a verdadeira realização. Sempre vou repetir a palavra paz dentro de mim e ela vai me levar a esse estado único de prazer. Quero me manter assim até conquistar todos os meus objetivos nesta vida (Gasparetto).
O aniversário de Jesus é um convite para se celebrar a boa nova do amor na alegria, na justiça, durante toda sua vida.
Nossa grandeza ou nossa mesquinhez se encontram – como semente ou flor – em nosso coração. E só há uma ordem; só pode haver uma ordem: render-se à doçura e à justiça do Amor.
O Amor é terrível contra os tiranos; é uma espada de luz contra os bajuladores; é a sarça que arde contra os corrompidos.
O Amor cega os que oprimem; abençoa a ternura dos amantes e lhes imprime alegria; incomoda os que atraiçoam; transtorna os que enganam a si mesmos e que, por isto, enganam os outros.
O Amor estende-se na relva e colhe a prata das chuvas; recolhe em seu seio os que foram humilhados, os que foram objeto de ironia e rejeição e os que enlouqueceram pelo desamor de tantos.
O Amor fecunda as flores e perfuma o mundo; estanca o sangue dos justos. Numa mão traz a cura, na outra, a justiça. Faz renascer a alma envelhecida, apaga os dissabores e as ilusões da mente.
O Amor ilumina a algazarra das crianças; o Amor nos despe de nossa arrogância; não nos julga pela nossa aparência, mas nos conhece pela nossa essência.
Quando nos sentimos mutilados, o Amor nos cobre com seu manto; é como um menino, descalço, descobrindo novas trilhas na escuridão do mundo.
O Amor não censura. O Amor não se omite. O Amor respeita as diferenças, mas denuncia as injustiças.
O Amor não é complacente com os que trazem na boca o beijo e, na mão, o punhal.Assim, em seu caminho de Luz e Silêncio, de Som e Magia, o Amor cumpre o seu destino (Aloízio Gomes Barbosa).
05 nov
por Luiz Antonio Gasparetto

“Trago hoje uma técnica de defesa contra possíveis influências energéticas. Pratique-a todas as noites ou quando surgirem situações difíceis. Vamos lá? Feche os olhos e imagine que o astral é algo escuro que fica logo atrás e acima de você. Vamos mandar tudo o que é do astral para o astral. Você pode até perguntar: “Mas, Gasparetto, não sei o que é astral!”. Não importa: o seu corpo sabe e vai mandar embora só o que tem que sair. Se você propuser isso, ele vai fazê-lo.
Imagine, agora, a energia que vem debaixo da terra, passando pelo seu corpo e sendo jogada para esse escuro. Para que esse caminho da energia seja realizado rapidamente, use a respiração: inspire profundamente e expire rapidamente. Dá até uns arrepios…
Concentrada, diga: “sai de mim. Quero que saia tudo isso de mim. Não interessa o quê. Eu quero que saia”. Fale com raiva. A energia da raiva é energia de domínio. Estamos chamando nossa força para limpar nosso campo energético. Trata-se de uma força poderosa, pois é severa. O corpo inteiro ouve e faz o que você manda.
Continue a mentalizar: “sai, sai, sai’. Observe como seu corpo vai tendo sensações. Às vezes, a gente chega até a tremer. Se você sente que, em determinado local, a dor aumenta, é porque tem alguém grudado ali. Encosto mesmo! “Esse corpo é meu e pronto”. Aos poucos você sente que vai acalmando, até experimentar uma descontração, um relaxamento.
Vamos agora fazer uma captação positiva. Leve as mãos ao alto e puxe o prana. Agora suas mãos são antenas parabólicas que estão voltadas para o universo infinito. E diga: “Quero me abrir para esse infinito. Me vejo no meio dos astros, das estrelas, um lugar superluminoso”.
Mentalize, porque o corpo vai para onde a mente sintoniza. Um lugar lindo, cheio de paz. Traga as mãos para o peito e sinta que você é da paz. Pense que você é forte e boa, mas não boba. Que aprende a dizer não, que se responsabiliza por si mesma.
Abençoe-se! Que parta de você mesma um carinho, um elogio, um gesto de amor. Olhe para si como se olhasse para o próprio filho. Abençoe-se por todas as vitórias e pelos fracassos também, porque eles foram grandes tentativas. É abençoando-nos que somos abençoados. E essa benção é profunda”.
—
Medite mais: coluna Gasparetto e Você
31 out
por Francisco Antônio de Andrade Filho

“Sabendo ouvir sua mente você se voltará para a fé e para a devoção. Você poderá cultivar a alegria em seu íntimo e conseguirá manter o equilíbrio de sua mente.
…
É através da arte de escutar que seu espírito enche de fé e devoção e que você se torna capaz de cultivar a alegria interior e o equilíbrio da mente. A arte de escutar permite alcançar sabedoria, superando toda ignorância. Então, é vantajoso dedicar-se a ela, mesmo que isto lhe custe vida.
A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância. Se você é capaz de manter sua mente constantemente rica através da arte de escutar, não tem o que temer. Este tipo de riqueza jamais lhe será tomado. Essa é a maior das riquezas.
…
Olhe para a pessoa que lhe causa aborrecimento e tire proveito da oportunidade para controlar a própria ira e desenvolver a compaixão. Entretanto, se o aborrecimento for muito grande ou se você achar a pessoa tão desagradável que seja impossível agüentá-la, talvez seja melhor sair correndo”.
Escute mais: Dalai-Lama. Palavras de Sabedoria. Rio de Janeiro: Sextante, 2001, p.60; 61; 74
18 out
Versículos escolhidos por Pedro Ramos Botelho

“Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda.” (Isaías 58.8)
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“Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustenta com a sua mão.” (Salmos 37.24)
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“O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate”. (Provérbios de Salomão, cap. 15, verso 13)
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“O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.” (Prov. 14:30)
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“O amor é sofredor, é benigno: o amor não é invejoso: o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
(1 Coríntios 13: 4-7)